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29/05/2012

Como trazer a paixão do esporte para dentro das empresas?


Presidente da Goodyear na América Latina fala da relação do esporte com a formação de liderança nas empresas

Por Redação, www.administradores.com.br

A pergunta que dá título a esta matéria foi o principal questionamento levantada por Jaime Szulc, presidente da Goodyear para América Latina durante o Simpósio "Gestão e Motivação de Equipes de Alto Desempenho nas Empresas: o que os esportes têm para nos ensinar", realizado em São Paulo pela Adecco.
Para o executivo, existem características comportamentais que são comuns e indispensáveis tanto a atletas quanto aos profissionais dentro das companhias. Motivação, liderança, foco em melhoria contínua e resultados, disciplina e confiança são algumas das principais. Contudo uma questão fundamental os difere. Enquanto o esportista, invariavelmente, tem paixão por aquilo que faz, o mesmo não se pode dizer da maioria daqueles que integram hoje os quadros das empresas. E muito disso se deve ao excesso de regras e normas impostas pelas organizações.
"Esse é nosso maior desafio quando falamos em gestão de pessoas. Como envolver nossos colaboradores de forma e despertar neles esse sentimento em relação ao trabalho. Temos trabalhado muito essas questões dentro da Goodyear, num novo conceito e formação de lideranças em todos os níveis, tomando a inovação como base de nossa filosofia de trabalho também no que se refere à nossa cultura organizacional", explica Jaime Szulc, presidente da Goodyear para América Latina.
"Acreditamos que o desenvolvimento de lideranças em todos os níveis da empresa é a melhor forma de executarmos com sucesso a nossa estratégia de negócios. E a minha chegada à Goodyear está alinhada com esse compromisso de inovação e evolução constante. Na Goodyear, cada colaborador é treinado para ser um líder. Não importa a sua função, cada um contribui para o sucesso geral da empresa", reforça o executivo. 

Bernard diz que vôlei provou que esporte é "viável" no Brasil

O ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman, atual chefe da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres, disse que a geração de atletas da qual fez parte é "emblemática" e que o voleibol provou que o esporte é "viável" no Brasil.


Em bate-papo na página da BBC Brasil no Facebook nesta quarta-feira, Bernard afirmou que, a partir da década de 80, o vôlei se tornou um modelo de gestão de esporte no país.
"O voleibol brasileiro passou a servir de exemplo para que outras modalidades se inspirassem no sucesso de gestão vencedora", disse.
O ex-jogador foi um dos principais nomes da chamada "seleção de prata" da modalidade no Brasil, que marcou a ascensão do esporte no País com o vice-campeonato mundial em 1982, o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1983 e o segundo lugar na Olimpíada de Los Angeles, em 1984.
"Minha geração é emblemática. Foi composta por atletas, treinadores, presidentes de confederação, todos responsáveis pela transformação. Como divisor de águas dos resultados positivos que apareceram, posso citar a mudança do treinamento que se fazia até então (década de 1980) de três períodos semanais para treinamento em dois turnos diários."
"Apesar das limitações físicas e de recursos, todos os citados se superaram e conseguimos resultados brilhantes, o que fez com que o Brasil descobrisse uma nova modalidade popular. O voleibol brasileiro é a maior prova de que o esporte no nosso país é viável", disse aos leitores.
Olimpíadas
Antes de assumir a chefia da delegação brasileira em Londres, Bernard atuou como chefe da missão brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, e foi subchefe das missões nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, na Olimpíada de Pequim, em 2008, e nos Jogos de Inverno em Vancouver, em 2010.
"Nossa expectativa é de classificarmos para os Jogos algo em torno de 250 atletas, uma delegação um pouco menor do que a de Pequim em função dos índices técnicos de classificação terem sido mais rigorosos na natação e no atletismo, modalidades com maior número de atletas", explicou.
Ele disse ainda que o rigor na convocação de atletas afetou todos os países e que o Brasil pretende conseguir chegar a mais finais olímpicas (foram 38 em Pequim) e conquistar entre 13 e 18 medalhas no total, um número próximo ao que conseguiu nos últimos Jogos.
Bernard comentou ainda a volta do levantador Ricardinho, considerado um dos melhores do mundo, à Seleção Brasileira de vôlei masculino para Londres 2012. O jogador foi afastado da equipe há cinco anos pelo técnico, Bernardinho.
"Ricardinho tecnicamente é um craque. Espero que as arestas ocorridas anteriormente tenham sido de fato superadas para que o verdadeiro vencedor seja o nosso país, contando com sua equipe completa."
Londres 2012 no Terra
Terra, maior empresa de internet da América Latina, transmitirá ao vivo e em alta definição (HD) todas as modalidades dos Jogos Olímpicos de Londres, que serão realizados entre os dias 27 de julho e 12 de agosto de 2012. Com reportagens especiais e acompanhamento do dia a dia dos atletas, a cobertura contará com textos, vídeos, fotos, debates, participação do internauta e repercussão nas redes sociais.
Fonte: Terra Esportes

Editora lança segunda edição de livro sobre liderança e gestão para clubes


Foi-se o tempo em que a prática de esporte era orientada de maneira informal. Infelizmente isso ainda existe, mas a sociedade tem percebido o quanto é importante ter profissionais extremamente capacitados para o exercício da profissão.

Diante dessa crescente profissionalização e adequação que o esporte sofre ao longo dos anos é necessário que os profissionais da área estejam preocupados em especializar-se não só em suas áreas esportivas, mas acima de tudo na suas capacidades de liderança e gestão.
Em tempos de preparação de um país para a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, o que se espera é que o Brasil se torne mais um bom exemplo de competências no mundo dos esportes.

O que incentiva um time que está sendo derrotado a ganhar de virada? O que motiva as tropas a lutarem contra exércitos muito maiores e mais bem-equipados? O que faz empresas se recuperarem, tornarem-se mais produtivas e alcançarem os resultados mais desejados?
Uma excelente liderança é capaz de fazer sua equipe realizar tarefas que outros classificariam como impossíveis. A liderança é capaz de mudar o comportamento de uma pessoa, de um time. Uma liderança competente é capaz de mudar a direção de uma grande empresa. É capaz de determinar o sucesso de um importante empreendimento, de um governo. Uma liderança comprometida com nobres tarefas é capaz de mudar o mundo.
O maior indicador da saúde da gestão de uma empresa está na liderança ou na ausência dela. Gerir é o que fazemos. Liderar não é posição hierárquica. Liderar é o que somos!
Sobre o autor
O livro de autoria de Fabio Kalil Fares Saba chega a sua segunda edição exatamente por ser um grande orientador e guia dos profissionais da área. Fabio Saba, com é internacionalmente conhecido é Mestre em Educação Física pela USP, autor de vários livros sobre gestão em academias. Conhecedor do assunto e empreendedor, Saba É diretor executivo da Saba Consultoria, coordenador e professor do curso de Administração e Marketing Esportivo MBA da Universidade Gama Filho e palestrante nos principais congressos de Educação Física e negócios em bem-estar.

Agência Futebol Interior

Educação e esporte: contribuição para a democracia participativa

Por Prima Página

Quando o assunto é a relação entre educação e esporte, poucos podem falar com tanta autoridade quanto Ana Moser. Campeã mundial juvenil de vôlei em 1987, medalha de bronze na Olimpíada de Atlanta, em 1996, tricampeã do Grand Prix e campeã mundial de clubes em 1994, a atacante começou no esporte com apenas 7 anos, graças à cultura de vôlei presente em sua cidade natal, Blumenau (SC).

Mais tarde, na escola, praticou outras modalidades, especialmente o atletismo, em que competiu nacionalmente até os 14 anos. No entanto, pesou a favor do vôlei o fato de ser um esporte coletivo; Ana deixou de lado o atletismo e passou a se dedicar exclusivamente às quadras. Com 16 anos (1985), se mudou para São Paulo a convite da Transbrasil para fazer parte do time patrocinado pela empresa. Dois anos depois, disputou os primeiros torneios com a seleção adulta. Escreveria uma história vitoriosa ao lado de jogadoras como Márcia Fú, Fernanda Venturini, Ana Flávia, Ana Paula, Leila e Hilma.

Em 1998, um ano antes de encerrar a carreira, ela deu início a um projeto de formação de atletas que tinha como fundamento o ensino de vôlei em escolas públicas e privadas do país. A iniciativa inspirou a criação do Instituto Esporte & Educação (IEE), que existe há 11 anos e atende diretamente 8 mil jovens em quatro estados, levando a eles uma metodologia de esporte educacional.

Nesta entrevista, Ana Moser avalia o papel do esporte na educação e afirma: “quando em contato com atividades esportivas, os alunos resolvem melhor os conflitos, cuidam melhor do espaço e dos colegas, e fortalecem as lideranças positivas”.

NET Educação: O que o esporte trouxe de positivo para a sua vida? Contribuiu para sua educação e formação como pessoa?
O esporte me ajudou a aprender a lidar com tudo na vida, já que por muitas vezes me colocou diante de problemas a serem resolvidos e escolhas para serem feitas. As atividades esportivas exigem dos atletas pensamento rápido, firme e objetivo; são realizadas operações mentais em décimos de segundos, em coordenação com o corpo que as executam. Ou seja, o esporte desenvolve o pensamento e a ação, além da relação com as pessoas e o trabalho em grupo. No voleibol, por exemplo, ninguém faz nada sozinho. Como profissional do esporte convivi com diferentes setores, desde a ciência - medicina e fisioterapia -, passando pela relação com as empresas, marketing e comunicação, até relações políticas, nacionais e internacionais, por meio de federações esportivas e fóruns de discussão de políticas de esporte. Tudo o que sou hoje desenvolvi dentro e por meio do esporte.

NET Educação: Como avalia o papel do esporte na educação? É importante trabalhá-lo nas  escolas?
O esporte ajuda a pensar melhor, faz uso de corpo e mente de maneira integrada e permite o trabalho em grupo. Além de ser divertido, aguça a criatividade e é imprevisível. Claro que aqui não estou falando do mesmo esporte disputado por profissionais; as escolas vão necessitar de adaptação, mas o ideal é que já tenham a intenção de incluí-lo entre as atividades dos alunos.

No Instituto Esporte & Educação, por exemplo, temos resultados que mostram que os alunos, quando em contato com o esporte, resolvem melhor os conflitos, cuidam melhor do espaço e dos colegas e fortalecem lideranças positivas. As regras dos jogos e de convivência, quando construídas coletivamente, são um exercício vivido de democracia participativa e ajudam a organizar a escola como um todo.

NET Educação: Acredita que a disciplina de Educação Física explora corretamente as possibilidades do esporte em meio ao currículo escolar? Qual tipo de abordagem julga ideal nas escolas, tendo em vista teoria e prática?
Para que os benefícios do esporte e das atividades motoras sejam atingidos é preciso que haja coerência entre as teorias (apontadas pelos PCNs) e as práticas da educação física nas escolas. Na maior parte dos casos, os professores não são preparados para desenvolver a Educação Física para todos os alunos. Isso porque aplicam, muitas vezes, os mesmos métodos de aula direcionados aos atletas, que são especializados em determinadas modalidades.

O esporte precisa ser acessível a todos – para o “bom de bola”, o baixinho, o gordinho, o menino e a menina juntos – e, para isso, deve ser adaptado. O IEE trabalha com a metodologia dos jogos esportivos, com foco no desenvolvimento das habilidades motoras e táticas (estratégias), desde os jogos mais simples até os mais complexos, que vão se aproximando das modalidades específicas (como vôlei, handebol, futebol, ginástica etc.).

O professor só consegue aplicar uma metodologia se tiver alinhado intenção pedagógica, planejamento e prática. Por vezes vemos que falta este preparo e também o apoio por parte das escolas e das redes de ensino nesse sentido.

NET Educação: Por que é importante trabalhar o esporte na escola? Quais habilidades e competências são desenvolvidas a partir das práticas esportivas?
Além das habilidades e competências motoras, tornam-se presentes na experiência dos jovens que mantêm contato com o esporte a comunicação, a liderança e o protagonismo. Em pesquisas realizadas com alunos que participam do programa do IEE, aparecem resultados satisfatórios como: melhoria na comunicação entre pais e filhos, na participação dos alunos na escola (alguns eleitos líderes da turma); surgimento do interesse em cursar uma faculdade e obtenção de sucesso em entrevistas de emprego (70% dos jovens que frequentam o Instituto Esporte e Educação estão empregados ou estudando).

No projeto de monitoria esportiva desenvolvido nos Núcleos do IEE, os jovens participam como assistentes dos professores nas atividades com alunos mais novos, organizam e realizam eventos (esportivos, culturais e outros), se reúnem em times e fazem seu próprio campeonato, entre outras ações.

NET Educação: Como nasceu a ideia do Instituto Esporte & Educação? Qual o objetivo da instituição?
O Instituto nasceu há 11 anos a partir da ideia de levar o esporte para todos, por meio do desenvolvimento de uma metodologia de esporte educacional, da formação de professores e educadores para o setor e do atendimento direto de crianças e jovens em Núcleos Esportivos. O IEE hoje tem cerca de 8 mil alunos em 4 Estados, em espaços de parceiros (escolas, prefeituras, clubes comunitários etc.). Além disso, desenvolve projetos de formação de professores em 15 Estados, onde dissemina conteúdos e práticas de esporte educacional.

Com Ronaldo, grandes de SP anunciam novo modelo de sócio-torcedor


O chamado G-4 paulista voltou a se reunir nesta segunda-feira. Reforçados pelas presenças dos presidentes de Portuguesa e Ponte Preta (outros representantes do Estado na Série A do Campeonato Brasileiro), os mandatários dos quatro grandes clubes de São Paulo estiveram juntos no Museu do Futebol para anunciar um patrocínio em comum. O projeto, que conta com o apoio dos ex-jogadores Ronaldo e Cafu e de Aldo Rebelo, ministro do Esporte, prevê até a criação de um novo modelo para os programas de sócio-torcedor.
Pelo acordo, a cervejaria Brahma substituiu a concorrente Kaiser como parceira do G-4. Conforme explicado pelos funcionários da Ambev e divulgado pelo publicitário Nizan Guanaes, a empresa não pretende ser uma mera distribuidora de bebidas, mas também apoiar os clubes em obras de infraestrutura e gestão de recursos - como já ocorre no Rio de Janeiro. Uma das ideias é angariar sócios-torcedores interessados não apenas em ingressos para jogos de futebol. Pelo preço de R$ 20 a R$ 40 ao mês, os novos associados ganhariam principalmente descontos na compra de produtos de fabricantes aliadas.
Animados com a geração de receitas alternativas para o futebol paulista, os presentes no encontro chegaram a falar em transformar o Campeonato Brasileiro na melhor das competições nacionais a partir de 2015, um ano após a Copa do Mundo do Brasil. Ronaldo, alçado de garoto-propaganda da Brahma a empresário no negócio, bradou: "Vemos muitas crianças com camisas de Real Madrid e Barcelona, sendo que poderiam torcer por times locais. Vamos dar relevância ao nosso futebol. Historicamente, somos os melhores. E continuaremos sendo por muitos anos".
Ronaldo fez questão de cumprimentar todos os presidentes de clubes - inclusive Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, do Santos, de quem já discordou publicamente pelo fato de ser favorável à ida de seu cliente Neymar ao futebol europeu. "Essa união dos clubes é o maior desafio da nossa agência, a 9ine, que é pequena e nova. Passei boa parta da minha vida jogando na Europa e sei que essa é uma grande possibilidade de obtermos receitas. Coincidentemente ou não, o futebol brasileiro tem melhorado desde o meu retorno para cá. Os clubes estão criando meios de trazer grandes jogadores e revelar mais. Esse projeto de sócio-torcedor é muito importante", declarou.
Apesar da iniciativa de crescimento com programas conjuntos, os rivais paulistas ainda estão distantes de uma completa aproximação. A intriga entre Corinthians e São Paulo foi muito exacerbada nos últimos anos, quando Andrés Sanchez estava na presidência do clube do Parque São Jorge. Seu sucessor Mário Gobbi (que trocou diversas gentilezas com Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, do Santos, e Arnaldo Tirone, do Palmeiras) manteve-se afastado de Juvenal Juvêncio durante todo o evento desta segunda-feira.
Juvenal, inclusive, arrancou risos de Ronaldo por sua maneira inflamada de se pronunciar em público. "Com esse novo sócio-torcedor, a dona de casa que for ao supermercado agora encontrará uma contrapartida do entretenimento de futebol do marido", afirmou o dirigente, lembrando que é preciso ter novas fontes de renda para combater as despesas.
"Pago R$ 170 mil de conta de água por mês. Como faço? A minha arrecadação no jogo de ontem deu um número tão insignificante que não sei nem qual foi", lamentou, sobre o público de 9.729 pagantes que assistiu à vitória por 1 a 0 sobre o Bahia no Morumbi.
O consenso entre os dirigentes foi de que a união que celebramos com a Ambev é um dos meios para combater os problemas financeiros de cada um. "É uma nova etapa do futebol, o grande oxigênio do povo brasileiro", definiu o palmeirense Arnaldo Tirone, enquanto seu colega santista não se cansava de se orgulhar por ter sido decisivo para a permanência de Neymar no Brasil. "Resistir a um cheque polpudo, que arcaria com todas as dívidas construídas anteriormente, foi um ato simbólico da nossa parte. Eu me senti uma espécie de Simon Bolívar quando recusei as propostas da Europa", disse Luis Álvaro Ribeiro, referindo-se a um dos libertadores da América espanhola.
Mário Gobbi se divertiu com o discurso do presidente do Santos e aproveitou para se dirigir a Aldo Rebelo. "É triste falar isso, senhor ministro, mas quero lembrar que o futebol deixou de ser o esporte do povo. O povo não tem mais acesso porque o futebol está encarecendo, e nós precisamos fazer alguma coisa. A parceria que divulgamos vem para ajudar o futebol a voltar a ser o esporte a que a população mais tem acesso. Os torcedores querem um time campeão, o que requer custos altíssimos", argumentou o mandatário do Corinthians.
Atentos à chance de aumentar as receitas, os presidentes de clubes de fora do G-4 também se manifestaram. O ponte-pretano Márcio Della Volpe, que gostou quando o ex-lateral Cafu contou ter uma churrasqueira com o distintivo do time de Campinas, sugeriu até a ampliação do grupo. Como provocação, Luis Álvaro de Oliveira Ribeira propôs a inclusão também do Guarani, maior rival da Ponte Preta. Já Manuel da Lupa abriu um largo sorriso quando alguém se referiu à Portuguesa como "Barcelusa". No final, todos brindaram com latas de cerveja.
Fonte: Terra Esportes

Gestão do esporte na Rádio

José Carlos Brunoro, presidente de conselho da Brunoro Sport Business, terá uma coluna diária na nova rádio Bradesco Esportes FM, do Grupo Bandeirantes de Comunicação. O executivo comentará diariamente sobre o tema “Gestão no Esporte”, área em que Brunoro atua há mais de 40 anos e acumula inúmeros contratos e negócios de sucesso, entre eles: presidente do conselho da Brunoro Sport Business (empresa onde é sócio fundador), diretor de marketing da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), diretor de projeto do Audax São Paulo Esporte Clube, na capital paulista, e do Audax Rio de Janeiro Esporte Clube, no Rio de Janeiro, clubes empresa do Grupo Pão de Açúcar, diretor de esportes da Parmalat na América do Sul quando implantou, em 1992, o sistema de co-gestão Palmeiras-Parmalat, avaliado até hoje como o principal case de sucesso no marketing esportivo brasileiro.


Fonte: Fator Brasil

Máquina do Esporte inicia seleção de estagiários de jornalismo

REDAÇÃO
Da Máquina do Esporte, São Paulo - SP

A Máquina do Esporte fará nesta semana uma seleção de estagiários. O processo contempla quatro vagas na redação da empresa, que produz um site, uma revista e um programa de TV sobre marketing e negócios do esporte.

Interessados devem enviar currículos para o e-mailguilherme@maquinadoesporte.com.br. As mensagens devem ter no assunto a palavra currículo e o nome do candidato.

Atenção: serão considerados apenas os currículos enviados para o e-mail citado, desde que o assunto do e-mail siga o padrão.

Os currículos podem ser enviados até 23h59 da próxima quarta-feira (30∕05∕2012). Os candidatos devem morar em São Paulo, e as condições de trabalho serão informadas aos que tiverem currículos selecionados para a próxima etapa do processo.

Os candidatos devem cursar preferencialmente jornalismo ou rádio e TV.

Boa sorte!

26/05/2012

MP abre ação contra Kassab, Corinthians e pede multa de R$ 1,74 bi


Segundo o documento, o mandatário renunciou a R$ 42 milhões, que deixaram de ser arrecadados pelo Município.

O promotor Marcelo Camargo Milani (Patrimônio Público) ingressará nesta sexta-feira pela manhã com uma ação civil contra o prefeito Gilberto Kassab

O promotor Marcelo Camargo Milani (Patrimônio Público) ingressará nesta sexta-feira pela manhã com uma ação civil contra o prefeito Gilberto Kassab
O promotor Marcelo Camargo Milani (Patrimônio Público) ingressará nesta sexta-feira pela manhã com uma ação civil contra o prefeito Gilberto Kassab (PSD) por improbidade administrativa no processo da obra do Itaquerão. Segundo o documento, o mandatário renunciou a R$ 42 milhões, que deixaram de ser arrecadados pelo Município, como cota de 5% de ISS, sobre o valor da construção do estádio.

Se a ação for aceita pela Justiça da Capital de São Paulo, o prefeito ficará inelegível até o fim do processo. Além da Prefeitura, o Corinthians, a construtora Odebrecht, a Arena Fundo Imobiliário e a BRL Trust (gestora do F.I.) também serão enquadrados como réus solidários até no pagamento de multa estipulada em R$ 1,74 bilhão.

A proposta de ação, contra os responsáveis pelo Itaquerão, foi divulgada no momento em que a construção do Itaquerão chega ao 12º mês. A conclusão da obra está prevista para dezembro de 2013 para ser sede de abertura da Copa 2014. Mas o promotor não parece preocupado com as planilhas dos engenheiros da Odebrecht:

“A construção é ilegal, a cessão do terreno é ilegal e a concessão dos incentivos fiscais também está fora lei. O Corinthians não é dono de nada”, disse o promotor Camargo Milani, quinta-feira à noite, enquanto anexava documentos que serão enviados à Justiça.

Milani comentou que “a obra é uma ação entre amigos em prejuízo do povo, que pagará a conta”.

O vice presidente do Corinthians e um dos principais responsáveis pela construção do Itaquerão, Luis Paulo Rosenberg, falou por telefone com UOL Esporte e fez algumas perguntas.

“Por que isso agora? É uma obra importante para o Governo Federal, Estadual. Vou esperar a citação e me inteirar do conteúdo. Multa de R$ 1,7 bi? Por quê?”, questionou Rosenberg.

Questionada sobre a ação de improbidade administrativa proposta pelo MP, a assessoria de Kassab disse que a “Prefeitura prestará todos os esclarecimentos quando receber a intimação do MP”. A assessoria da construtora Odebrecht também vai aguardar “a citação oficial para prestar qualquer esclarecimento sobre o assunto”.

Para o promotor Milani, as respostas estão em seu texto a ser enviado, nesta sexta-feira, à Justiça.

“O prefeito cometeu improbidade administrativa ao renunciar a R$ 42 milhões, que deixaram de ser arrecadados pelo Município, como cota de 5% de ISS, sobre o valor da obra. Esse valor deveria ser pago pela Odebrecht, pela Arena Fundo Imobiliário e pela BRL Trust. Esse dinheiro tem que voltar para a Prefeitura”, disse o representante do MP. “Por que motivo o prefeito concedeu esse benefício à construtora Odebrecht?”

O MP denuncia a falta de um estudo isento de impacto orçamentário como determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias para a concessão dos incentivos.

“Antes de optar pela isenção fiscal, o prefeito deveria fazer um estudo orçamentário detalhado do impacto da ausência desse dinheiro nos cofres públicos. A prefeitura não fez esse estudo. A isenção deverá ser compensada por outras receitas, nem que seja a criação de um novo imposto”, explicou Milani.

Outro aspecto crítico na captação do dinheiro para a construção do Itaquerão é a emissão do títulos públicos (CIDs), de incentivo a projetos realizados na zona leste.

A venda dos títulos municipais faz parte da engenharia financeira montada para financiar o Itaquerão. O projeto para 48 mil pessoas custará R$ 820 milhões, captados da seguinte maneira: R$ 400 milhões como empréstimo junto ao BNDES e R$ 420 milhões com a venda dos CIDs.

“Antes de licitar, a Odebrecht e o Corinthians já falavam que usariam R$ 420 milhões dos CIDs. Isso é ilegal, inconstitucional. É um engodo para burlar não só a Constituição Federal, bem como a lei de licitações e a lei de responsabilidade fiscal”, enfatiza o promotor em sua petição.

As obras do estádio começaram em 30 de maio de 2011, mas o projeto de lei de incentivos fiscais foi aprovado em 22 de junho do ano passado. Em depoimento, o vice-presidente do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, confirmou que o CID seria usado na obra (bem antes da licitação que escolheria a Odebrecht como beneficiária).

“O estudo de viabilidade econômica foi feito por uma empresa privada e não pela Prefeitura. Como não foi feito por órgão público, temos o desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal e a improbidade administrativa”, falou o promotor Milani.

O promotor pede que a Justiça conceda liminar para a cobrança imediata dos R$ 42 milhões devidos pelo que chama de “renúncia fiscal ilegal”. 

“Fixei um valor de R$1,74 bi de multa e peço à Justiça a cobrança imediata do Imposto sobre Serviço que Kassab não quis receber da Odebrecht”, conclui Milani.

MPF também será comunicado

O promotor confirmou também que vai enviar ofício ao Ministério Público Federal. “O MPF pode abrir uma investigação sobre o financiamento da obra pelo BNDES, que está analisando pedido de empréstimo no valor de R$ 400 milhões. A BRL Trust, gestora do fundo, foi aberta em 2011 com capital de R$ 600 mil. Como uma empresa com menos de um ano de vida pode cuidar de uma obra de R$ 1 bilhão? ”, questiona Milani.

O promotor usa a ação de improbidade administrativa para questionar também a cessão real de uso do terreno (CDRU), desde 1988. A lei assinada por Jânio Quadros prevê a retomada da área pela prefeitura, caso o Corinthians não cumpra o acordo judicial para entrega de contrapartidas.

Como há atraso na entrega de contrapartidas, um acordo judicial foi assinado em maio de 2011, fixando o valor de R$ 12 milhões nas ações sociais devidas. O primeiro lote de ações (semestrais) não foram aceitas pela promotoria de Urbanismo.

“Por isso, o Corinthians está em débito e o terreno pode, sim, ser retomado pela Prefeitura”, explicou Milani. (Uol). 

22/05/2012

Futebol e Voleibol, o encontro

Esporte bretão posa de marrento, mas leva uma lição do ´rival` na final da Superliga


Por Carlos Eduardo Novaes
Falaram tanto do sucesso da Superliga feminina que o Futebol resolveu assistir sábado à final entre Osasco e Rio de Janeiro. Foi disfarçado, boné e óculos escuros para não ser reconhecido. Marrento, ele disse que não queria “deslocar os refletores para minha pessoa”. O Futebol é uma figura popular, a maior celebridade esportiva do país, e onde vai é logo cercado por uma multidão de repórteres e fotógrafos. Segundo uma pesquisa, ele ocupa 92,8% do noticiário esportivo nacional.

O Futebol, porém, não permaneceu incógnito por muito tempo. O Voleibol descobriu-o a um canto das arquibancadas e foi a ele sorrindo com todos os dentes, diante do público que enchia o Maracanãzinho.

- Você por aqui, Futebol? Quanta honra! A que devo sua presença?

O Futebol não quis revelar a verdadeira razão de sua presença – avaliar a ameaçadora popularidade que ganhava o Voleibol - e disfarçou:

- Estou de folga. Os jogos do Campeonato Estadual são todos amanhã (domingo). Resolvi prestigiar suas meninas.
- Legal. Está vendo só o espetáculo!! Quase 12 mil pessoas no ginásio! Você tem tido muita gente no seu Estadual?

O Futebol pigarreou meio sem graça, mas não perdeu a pose de celebridade:

- Vamos encher o estádio agora nas semifinais.
- E suas meninas como vão?
- Minhas meninas? – o Futebol engasgou – Não tenho tido notícias delas.
- Elas não estão se preparando para as Olimpíadas de Londres?
- Estão, quer dizer, não sei – tentou se desculpar – Eu sou meio machista, você sabe...Meu esporte é pra homens!
- E a seleção masculina, como vai? Ouvi dizer que você nunca conquistou um ouro nas Olimpíadas...

O Futebol não gostou do comentário:

- Quem se importa com Olimpíadas? Só me preocupo com Copa do Mundo. Deixo o ouro das Olimpíadas para outras modalidades ...Você, por exemplo. Eu não posso carregar sozinho o esporte brasileiro nas costas.

Voleibol sorriu:

- Dá para perceber que você está cansado, um ar abatido. Mas não precisa se preocupar comigo. Hoje eu brilho até em casa. O ginásio está lotado!
- Espera só pela minha final no Engenhão.
- Não me surpreenderá. O Brasil não é o seu país? O país do Futebol?

Desta vez o Futebol gostou da observação:

- Modestamente – gemeu – Quem você acha que trouxe a Copa de 2014 para cá? Eu! Graças à minha força, minha influência, meu prestigio...Vamos sediar e vencer a Copa!
- Tem certeza?
- Não vamos repetir aquele Maracanazo de 1950 que me deixou de cama, doente...
- Pelo que dizem por aí sua seleção principal ainda não acertou o passo. Se você não vencer a Copa seu ibope vai cair para níveis do hóquei...
- Se não vencer a Copa pelo menos muita gente vai ganhar dinheiro com as obras para 2014 – e estufou o peito – Você sabe que movimento milhões , bilhões...E quanto à você?
- Eu não preciso de tanto dinheiro para ser feliz. Hoje em dia sou mais respeitado do que você que está em sexto lugar no ranking da FIFA – e o Voleibol bateu duro – Está atrás do Uruguai! Do Uruguai que tem metade da população do Rio de Janeiro! Como é que pode?
- Estou atravessando um momento difícil na minha vida. Não tenho uma seleção escalada, não tenho esquema tático definido, não tenho meias armadores, mas logo isso vai mudar e logo minha estrela voltará a brilhar...
- Como a minha? – arrematou o Voleibol.

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18/05/2012

IBOPE Media e Repucom lançam empresa de pesquisa de marketing esportivo na América Latina


São Paulo – O IBOPE Media (www.ibope.com), joint venture entre o Grupo IBOPE e a Kantar Media, e a Repucom (www.repucom.net), membro do grupo RSMG Insights, anunciam hoje o lançamento de um abrangente serviço de pesquisa de marketing esportivo na América Latina.
Diante da liderança global da Repucom em pesquisas de esporte e da incontestável liderança do IBOPE Media em pesquisa de mídia na América Latina, a parceria inicia suas operações com o nome de IBOPE/Repucom Sports, com sede em Buenos Aires, na Argentina. Ao longo do ano iniciará a atuação nos demais países da região, com exceção do Brasil.
“O esporte está estampado na sociedade latino-americana e, como líder em pesquisas na América Latina, o IBOPE Media procurava oferecer um serviço de nível mundial para a região, especialmente para o setor esportivo. Vimos uma oportunidade de parceira com a epucom, líder mundial neste segmento”, conta Carlos Augusto Montenegro, presidente do Grupo IBOPE.
“Nós acompanhamos o crescimento do setor de esportes na América Latina e consideramos diversas maneiras de entrar neste mercado. No entanto, um parceiro apropriado foi a chave para a implementação bem sucedida dos serviços. O IBOPE Media é parceiro ideal para este assunto”, diz o CEO da Repucom, Paul Smith. “Coletivamente estamos trazendo expertise esportiva mundial e produtos relacionados ao conhecimento local. Este é mais um passo para a estratégia de consolidação da Repucom como um líder mundial na indústria de pesquisa esportiva.”
A demanda crescente por serviços relacionados ao esporte na América Latina combinada com o aumento da sofisticação da indústria criou uma necessidade por informações confiáveis, consistentes e precisas. O IBOPE/Repucom Sports vai permitir que governos, marcas, emissoras, agências e detentores de direitos possuam informações mais transparentes sobre os benefícios e os valores gerados pelo investimento em esporte.
“Mantendo uma longa relação entre a Kantar e o IBOPE Media, nós temos prazer em trabalhar para desenvolver serviços adicionais em pesquisa de mídia com foco no crescente setor de patrocínios esportivos. Estamos empolgados com este novo negócio e com a perspectiva de oferecer aos clientes da Kantar informações adicionais sobre o que acontece no mercado latino-americano”, afirma Richard Brinkmann, da Kantar Sports.
O IBOPE Media é uma joint venture entre o Grupo IBOPE e a Kantar Media. Está presente em 13 países da América Latina e é líder inconteste em pesquisa de mídia na região. Seu escopo de serviços inclui acompanhamento do investimento publicitário e medição de audiência em diferentes meios, como televisão, rádio, mídia impressa e online.| www.ibope.com
Repucom – Liderança em análise e pesquisa de marketing esportivo -Como líder mundial em análise e pesquisa de marca, a Repucom oferece avaliação confiável de patrocínio esportivo com alcance global e conhecimento local. Utiliza sua extensa e constantemente atualizada base de dados nacional e internacional para oferecer ideias cruciais para a efetividade do conteúdo da marca, revelando as práticas de marketing mais eficientes para o patrocínio. A Repucom oferece com exclusividade uma análise baseada em evidências da marca que pode ser utilizada para medir a atividade da marca em eventos ou mensurar o desempenho de concorrentes por meio de um inventário de patrocínio. Desde 2004, a companhia se estabeleceu mundialmente como provedora de dados para as principais maracas, agências, detentores de direitos e emissoras da indústria esportiva. Como membro do grupo RSMG Insights, a Repucom integra uma rede global composta por 1.400 funcionários em 14 países. Utilizando tecnologia de ponta para avaliação de mídia, pesquisa de mercado e auditoria comercial, a RSMG Insights criou a primeira indústria global de serviço completo para pesquisa e consultoria para patrocínio.[ www.repucom.net]
RSMG Insights-RSMG Insights – Líder global em pesquisas esportivas-Como uma holding estratégica, a RSMG Insights gerencia um portfolio de empresas que por mais de 25 anos estão entre as líderes no fornecimento de serviços na indústria de pesquisa esportiva. A RSMG Insights foi criada em novembro de 2010 com o objetivo de oferecer uma plataforma global de monitoramento de patrocínio e análise e avaliação de negócios esportivos. Entre as empresas do grupo estão a REPUCOM, SPORT+MARKT, IFM Sports e IFM Sports Marketing Surveys. [www.rsmg-insights.com].
A Kantar Media oferece recomendação estratégica e inteligência competitiva para as marcas líderes mundiais, anunciantes, agências e outros, auxiliando na navegação e a ter sucesso em uma indústria de mídia em rápida evolução. Isso inclui análise de oportunidades em mídia paga, conselhos sobre a reputação da marca, gerenciamento corporativo, engajamento do consumidor por meio de mídia própria e avaliação da reação dos consumidores na mídia espontânea. A Kantar Media fornece aos seus clientes uma ampla gama de conhecimentos a partir de pesquisa de audiência, inteligência competitiva, comportamento do consumidor e recomendações digitais para a efetividade do marketing e influência online. Sua equipe atualmente trabalha com 22.000 empresas, acompanhando 3 milhões de marcas em 50 países. A Kantar Media é uma unidade da Kantar, o braço de consumer insight da WPP, o maior grupo de serviços de comunicação do mundo.

Fonte: Portal Fator Brasil

15/05/2012

Feira na USP oferece oportunidades de recrutamento em Educação Física e Esporte




Aproximar universitários de Educação Física e Esporte do mercado de trabalho esportivo. Essa é a proposta da II Feira Esporte e Carreira (II FEC), que reúne as principais empresas da área nos dias 16 e 17 de maio, oferecendo oportunidades de estágio e relacionamento, na Escola de Educação Física e Esporte da USP. O evento é organizado pela EEFUSP Júnior e a entrada é gratuita.
Entre as empresas presentes na II FEC, pode-se contar com as renomadas Body Systems, Portal da Educação Física, Core 360°, Run & Fun, FPA Cursos e Universidade do Futebol. "É de grande relevância que os alunos e futuros profissionais tenham a oportunidade de conhecer e entrar em contato com o mercado de trabalho e os empregadores em potencial. A Feira Esporte e Carreira é uma iniciativa facilitadora desta situação e que pode contribuir para dinamizar o diálogo entre os universitários e as empresas.", observa o Prof. Dr. Valmor Trícoli, Chefe do Departamento de Esporte da EEFE USP.
Além das empresas expositoras, o evento contará com palestras sobre atuação profissional e construção da carreira na área e atividades interativas. Informações complementares podem ser encontradas no site e na página do evento no facebook:


II Feira Esporte e Carreira
Entrada Franca
Local: Escola de Educação Física e Esporte da USP
Data: 16 e 17 de maio
Horário: 10h00 às 18h00

10/05/2012

Confederação cria estrutura de gestão inovadora para modalidade crescer no Brasil

Entidade aposta em executivos profissionais, em plano estratégico com consultoria internacional e faz parceria com time neozelandês


A Confederação Brasileira de Rugby adotou uma gestão inovadora para tornar a modalidade mais conhecida no país. Desde o começo do ano, a CBRu criou um conselho de importantes executivos brasileiros para ajudar no desenvolvimento do esporte. O grupo é formado por profissionais de diferentes segmentos, dividido em grupos de atuação, os quais apadrinham projetos pré-estabelecidos e acompanham seu desenvolvimento até a conclusão.

 - Esperamos que, com esses passos, o rugby possa se consolidar como um modelo de gestão esportiva no Brasil e potencialmente servir de inspiração para outras modalidades. Acredito que o que estamos fazendo pela CBRu irá muito além do rugby - explica Eduardo Mufarej, presidente do conselho consultivo.

A principal atuação nesta etapa do processo tem sido a captação de patrocinadores. A CBRu assinou contratos com o Bradesco, Topper, JAC Motors e Heineken. Outra parceria importante foi com o Sportv. O canal divulgou dados sobre os níveis de audiência das transmissões das partidas, que superam as médias de modalidades como natação e atletismo.

Outra novidade é o plano estratégico formatado pela CBRu em parceria com a consultoria internacional Deloitte. Após o diagnóstico do patamar atual do rugby brasileiro, foram traçadas ações que fortalecerão o esporte, com o objetivo de alcançar bons resultados tanto da equipe masculina como a feminina já nas Olimpíadas de 2016

- Para alcançar nossas metas, temos de planejar com conhecimento e responsabilidade. Estamos trabalhando com as melhores pessoas e instituições, visando assegurar a elaboração e execução de um planejamento de longo prazo através do qual o rugby evolua e perpetue-se no Brasil. Agora, basta dar tempo ao tempo. Paciência, sinergia e responsabilidade: esses são os pilares de nosso trabalho - afirma Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Parceria campeã começa com pé direito 

Uma das principais novidades desta temporada foi a parceria histórica entre a CBRu com a Federação de Rugby de Canterbury e o Crusaders para auxiliar na implementação do programa de alto rendimento da confederação.Na primeira fase, foram realizadas sessões de treinamento com as seleções brasileiras e o preparo de um relatório de avaliação da situação do rugby nacional. Tabai Matson, técnico de aptidão do Crusaders, foi o primeiro a desembarcar no Brasil e desenvolveu uma série de atividades preliminares durante três semanas. O ex-jogador voltou para a Nova Zelândia impressionado com a hospitalidade e afirma que o País tem um grande potencial para se tornar um dos principais polos da modalidade.

- Acho que a principal diferença entre o Brasil e a Nova Zelândia é que nós praticamos rugby desde que começamos a andar, assim como os brasileiros fazem com o futebol. Acredito que com o passar dos anos a idade de início deverá diminuir, especialmente por conta da visibilidade que o rugby deve ganhar com os Jogos Olímpicos e a exposição crescente na mídia - afirma Matson.

Para dar sequência ao acordo firmado, vieram para o Brasil Brent Frew, técnico de linha (backs coach) e Scott Robertson, que atualmente é o técnico assistente de avançados e de defesa (forwards and defence assistant coach), ambos do Crusaders.


Fonte: AHê Esportes

Eventos esportivos aceleram o mercado digital


Riza Soares, do Terra, falará como o portal prepara-se para gerenciar a publicidade online  os Jogos Olímpicos. "A cada dia está mais complexa a gestão de publicidade do meio digital, em um consumo que acontece simultaneamente em várias plataformas" 


Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Londres, que o Terra transmitirá ao vivo e em alta definição (HD) e em 36 canais simultâneos, o Brasil está se preparando para um dos maiores eventos da era digital, que deve gerar uma grande demanda por acesso a conteúdos online. E como o mercado publicitário está organizado para aproveitar a oportunidade e gerar receita? 

Para Riza Soares, diretora global de Operações de Publicidade do Terra, esse é o momento de colocar em prática a estratégia de uso de grandes eventos para atrair usuários para os meios digitais. Ao mesmo tempo, é importante encontrar formas de exibir e medir de forma assertiva e eficiente os resultados do investimento publicitário na iniciativa. 

No AdMonsters Brasil, dia 24, em São Paulo, ela apresentará de que forma o Terra se estruturou do ponto de vista de operações de publicidade para o evento olímpico. "Vou apresentar quais são nossas estratégias de engajamento da audiência no evento olímpico e mostrar como, a cada dia, a entrega de publicidade nos meios digitais exige uma gestão mais sofisticada da operação de publicidade". 

Múltiplos canais e múltiplas plataformas
Em grandes eventos, como as Olimpíadas, a mídia digital oferece diversas formas de acesso ao conteúdo. Assim, é possível garantir diferentes maneiras de atrair a audiência. "No momento em que o usuário acessa as plataformas do Terra pela home page, por exemplo, ele recebe um impacto publicitário no módulo de olímpicos, e na sequência clica em um conteúdo, sendo direcionado para o canal específico, aprofundando a informação jornalística e publicitária", argumenta Riza. 

Segunda ela, utilizando-se das ferramentas, não só de publicação de anúncios, mas de todo o ecossistema da distribuição do conteúdo, trabalha-se também com os conceitos de earned mediaowned media e paid media. "Quando fazemos a cobertura de Olimpíadas e um usuário compartilha uma informação a partir das plataformas do Terra em uma mídia social, ocorre uma extensão, um compartilhamento daquele conteúdo e também da exposição e presença dos patrocinadores. É um espaço conquistado pela atratividade do conteúdo e pelo protagonismo, que a audiência quer ter como distribuidora (earned media), onde se é transferido também este valor para as marcas anunciantes. Já nos canais próprios, cujo conteúdo é editado e publicado pelo Terra é onde há o maior controle da exibição e um ganho de sofisticação na programação, através do uso de ferramentas de targeting combinada às diversas plataformas e screens", relata a diretora. 

Do ponto de vista de operação de publicidade, quando se fala de um ecossistema de multicanais e multilinguagens, há uma complexidade que envolve uma série de tecnologias associadas para garantir a entrega da publicidade e a geração do impacto junto às audiências. "Episódios esportivos conferem necessidade de segmentação, branding, performance, tempo de exposição, frequência, garantindo o real engajamento dos patrocinadores e seus consumidores. Para isso, o Terra, hoje, olha para a operação de publicidade de ações como essa objetivando unicamente a efetividade na entrega da mídia, com retorno efetivo às marcas envolvidas", conclui. 

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